domingo, 5 de maio de 2019


Praticas desenvolvidas com a Informática da Educação


    Durante esse período de atividades de nossa disciplina, foi um aprendizado de grande valia para todos. Aprendemos que as TICs vêm a cada dia adentrando as salas de aula e possibilitando o acesso de alunos e professores às novas ferramentas digitais, oportunizando o desenvolvimento cognitivo e auxiliando na transmissão e assimilação de conhecimentos. O acesso à internet vem revolucionando os métodos de pesquisa, mas é preciso avaliar adequadamente o tipo de informação na perspectiva de auxiliar a construção do conhecimento. É preciso quebrar velhos paradigmas educacionais que se tornam incompatíveis com alunos atuais e suas necessidades de aprendizagem. Apesar de muitas crianças e adolescentes, em muitos casos professores, ainda não terem acesso à tecnologia e internet em casa, muitas escolas possuem salas informatizadas que auxiliam os chamados “excluídos digitais” a utilizarem computadores, promovendo a inclusão digital e a construção do conhecimento. Por isso, se torna cada vez mais necessário que nos capacitamos para levar a nossos alunos  os conhecimentos das TICs. Estou aprendendo muito com a nossa disciplina e vejo muitas possibilidades do uso da informática em nossa vivencia de sala de aula.


Tecnologia na Educação: Como garantir mais motivação em sala de aula?

Por Luísa França
6 de jun de 2018 
Fazer uso da tecnologia na educação já é uma necessidade inadiável, reconhecida por todo profissional do ensino que anda atualizado com as últimas tendências na área. Dito isso, no entanto, é preciso se dar conta de que a forma com que esse recurso deve ser empregado em sala de aula nem sempre é clara.
Simplesmente usar ferramentas tecnológicas na escola, como fim em si mesmo, não é bem o objetivo, concorda? Sendo assim, vale a pena pesquisar e experimentar para descobrir de que maneiras a tecnologia pode ser empregada para melhorar efetivamente o aprendizado dos alunos e o dia a dia dos professores.
Pensando nessa questão, elaboramos a seguir um guia completo sobre tecnologia no ensino, mostrando formas de utilizá-la da maneira mais produtiva, além de como lidar com seus principais problemas e introduzi-la adequadamente na instituição de ensino. Continue lendo e fique por dentro!
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1. Introduzindo a tecnologia na escola
Se a intenção é que o emprego da tecnologia na educação não seja um fim em si mesmo, isto é, que os recursos sejam usados para trazer melhorias efetivas para a escola, será preciso realizar algumas mudanças na dinâmica das aulas.
Nesse caso, é interessante preparar a introdução da novidade de maneira diferente para cada um dos grupos a serem afetados por ela, a saber:

1.1. Corpo docente e funcionários
Contar com o apoio de professores e outros colaboradores no processo de adotar a tecnologia na escola é fundamental, afinal, são eles que irão lidar diretamente com a questão, por isso, quanto mais a favor da mudança estiverem, melhor.
Além de motivar o uso da tecnologia entre esses profissionais, é preciso ainda ajudá-los a empregá-la da melhor maneira possível, oferecendo treinamentos, aulas de informática e até funcionários auxiliares para deixá-los mais seguros com o uso dos novos recursos.
Acompanhar a relação de cada um com as tecnologias adotadas a fim de diagnosticar problemas, receber feedbacks e promover uma melhoria constante também é essencial.

1.2. Pais e responsáveis
envolvimento dos pais na educação de seus filhos é de grande importância para o sucesso dos estudantes. Diante disso, promover a participação dos familiares nas mudanças a serem implementadas para a adoção da tecnologia em sala de aula é outro passo fundamental.
Por meio de reuniões, notificações e uma comunicação aberta entre os pais e a escola, é possível que eles contribuam para a introdução da tecnologia, aumentem o engajamento dos filhos, ofereçam feedbacks enriquecedores e, mais importante, compreendam e apoiem a iniciativa.

1.3. Alunos
Com a geração Z nascida e criada em um mundo dominado pela tecnologia, é difícil imaginar que possa haver qualquer tipo de resistência por parte dos alunos na implementação da tecnologia em sua educação.
Ainda assim, é preciso cuidar de sua preparação para receber a novidade justamente para que a familiaridade com os recursos digitais não os leve para longe do aprendizado, restringindo seu uso da tecnologia ao entretenimento ou a atividades que poderiam ser feitas fora da sala de aula.
Os motivos por trás da introdução das ferramentas tecnológicas, bem como os objetivos de cada uma delas, devem ser bem conhecidos pelos alunos, e a atitude esperada deles em relação a isso deve ser sempre clara e relembrada quando necessário.

2. Entendendo as demandas de seus alunos
Outro ponto importante para a escola que deseja realmente aproveitar os benefícios que a tecnologia pode oferecer no lugar de simplesmente adicioná-la à gama de recursos disponíveis nas salas de aula é pesquisar e entender as principais demandas dos alunos.
Dessa maneira, é possível empregar justamente os recursos de que eles precisam para melhorar seu desempenho, além de garantir que a medida terá efeito em sua motivação e engajamento.
Para tal, é interessante procurar saber:
  • que tipos de aparelhos tecnológicos os alunos mais usam fora da sala de aula;
  • quais são os programas e aplicativos mais usados por eles, tanto para atividades relacionadas à escola quanto para seu próprio entretenimento;
  • qual é a familiaridade de cada um com os diferentes tipos de recursos disponíveis no mercado;
  • de que tipo de informação ou conhecimento do uso da tecnologia os alunos mais podem precisar em suas futuras vidas profissionais;
  • o que eles gostariam de aprender ou dominar quando o assunto é tecnologia.
A partir daí, os gestores da escola podem entender quais ferramentas e recursos terão mais utilidade e aceitação em sala de aula (tablets, e-readers, smartphones). Além disso, é possível criar atividades específicas relacionadas à tecnologia, como oficinas de edição de vídeo, aulas de informática, programação básica, etc.

3. Como mapear os principais problemas em sala de aula?
Para usar a tecnologia com o objetivo de sanar problemas em sala de aula, deve-se, em primeiro lugar, localizar esses problemas. Dessa forma, as chances de que as mudanças surtam efeitos positivos são muito maiores.
Realizado tanto antes quanto após a implementação da tecnologia, o mapeamento das dificuldades — dos alunos e dos professores — é crucial para a melhoria constante do ensino, e pode ocorrer da seguinte maneira:

3.1. Antes da implementação
Além da pesquisa realizada entre os alunos para entender suas principais demandas, vale pedir ainda a professores e colaboradores que observem, em sala de aula, quais são as principais dificuldades no dia a dia — da falta de motivação dos estudantes à escassez de oportunidades e conhecimento para adotar novas práticas de ensino, por exemplo.
A partir desse levantamento, podem-se estudar os recursos disponíveis para escolher aqueles que melhor atendem a essas demandas e traçar um plano de melhoria em longo prazo.

3.2. Após a implementação
Nas primeiras semanas após a adoção da tecnologia em sala de aula, deve-se acompanhar a adaptação de professores e alunos para sanar possíveis resistências e dificuldades iniciais.
Depois disso, o monitoramento deve continuar não apenas para prevenir problemas e garantir que as ferramentas continuem a ser usadas da forma correta como, também, para analisar os resultados obtidos a fim de continuar avançando.
Vale lembrar que, após a implementação, é possível que problemas que passaram desapercebidos antes dela se revelem — como, por exemplo, dificuldades de alunos específicos com o uso da tecnologia —, devendo ser então estudados e devidamente sanados.

4. A importância da atualização do profissional com as últimas tendências em educação
Na era da comunicação, a formação continuada é exigência em praticamente qualquer área. Entretanto, mesmo antes da revolução trazida pela informática, a atualização constante dos profissionais da educação já era um requisito para seu sucesso. Afinal, ensinar requer, antes de tudo, aprender, e, para isso, professores, coordenadores e diretores precisam estar por dentro das descobertas e tendências mais atuais da educação.

Ademais, a própria forma de ensinar vem passando por transformações aceleradas nos últimos anos, com o surgimento da chamada educação 3.0, por exemplo. Nesse contexto, manter-se informado acerca das inovações em pedagogia é imprescindível para que o profissional do ensino continue realizando seu trabalho com qualidade.
Ao se familiarizar com as tendências relacionadas à tecnologia na educação, os professores entrarão em contato com novas formas de ensinar e poderão desenvolver — caso ainda não o tenham — o hábito de continuar atualizando-se para descobrir outros usos das ferramentas disponibilizadas, novos programas e aplicativos de ensino, e por aí vai.
Com isso, ganha-se flexibilidade, aumentando a capacidade dos profissionais de se adaptar a mudanças e aprender a lidar com novidades na escola.
À medida que se acostuma a usar as novas ferramentas, o educador consegue ainda melhorar sua gestão de tempo dentro e fora da sala de aula, assim como estreitar seu relacionamento com os alunos por meio da interação com os aparelhos eletrônicos, tão presentes no dia a dia deles.
A atualização impulsionada pela adoção da tecnologia, portanto, permitirá ao profissional da educação não apenas manter-se em dia com o que há de mais recente em sua área, como também trará benefícios diversos para a sua rotina, sua relação com os estudantes e o funcionamento da própria escola.

5. Moderando o uso da tecnologia
Usar a tecnologia em sala de aula visa a aproveitar todas as vantagens que ela pode trazer para professores, pais e alunos, correto? Não se trata, assim, de ignorar as dificuldades que já existem (ou que possam eventualmente surgir no processo), muito menos de criar uma relação de dependência com as ferramentas tecnológicas.
Felizmente, é a própria adoção da tecnologia que permitirá à escola moderar seu uso pelos alunos com muito mais eficácia.
Ao ensinar como e quando esse recurso deve ser usado, além de controlar os momentos em que eles serão empregados em sala, o professor pode direcionar a capacidade dos estudantes de usar os aparelhos eletrônicos em seu próprio benefício, reduzindo seu uso inadequado e aumentando sua habilidade de lidar corretamente eles.
Com a aplicação consciente da tecnologia na escola, é possível, por exemplo:
  • combater o cyberbullying e outras formas de preconceito;
  • reduzir a distração causada pelos smartphones e aparelhos mobile;
  • equilibrar o tempo que os estudantes dedicam aos jogos eletrônicos, aos estudos e à prática de atividades físicas;
  • orientar a pesquisa em fontes on e off-line confiáveis, aumentando o senso crítico dos alunos.
ensino híbrido, que combina a educação tradicional e o uso da tecnologia para conquistar a personalização do ensino, também pode ajudar a conciliar a utilização de ferramentas digitais com a atenção em aulas presenciais, assim como o uso de livros didáticos físicos, por exemplo.
Qualquer que seja a metodologia adotada pela escola, é importante que, durante a transição pela qual ela passará para implementar o uso da tecnologia, haja processos claros entre os profissionais e os alunos, bem como o diálogo constante para lidar com obstáculos e dificuldades.
Aos poucos, com horários e expectativas bem definidos em relação à utilização das novas ferramentas, será possível educar docentes e discentes para que todos se beneficiem e aprendam a usar a tecnologia a seu favor, sem se tornarem dependentes dela.

6. Estimulando a leitura em sala de aula com ajuda da tecnologia
O desinteresse pela leitura é um problema recorrente nas escolas hoje em dia, principalmente entre os jovens da geração Z. De fato, algumas pessoas chegam a associar essa questão à afinidade dos alunos com a tecnologia, entretanto, na realidade é possível, sim, usar o universo digital para incentivar o hábito de ler. Veja como:

6.1. Aproveite os livros em diferentes formatos
Poder ler em tablets, smartphones e até e-readers, além de ser bastante prático, é uma excelente maneira de motivar os jovens que não se desgrudam das telinhas a descobrir o mundo da leitura. Alguns aplicativos contam com opção de consulta a dicionários dentro dos próprios livros digitais, e há também bibliotecas que fazem empréstimos de e-books.
Outra ideia para desenvolver o gosto pela literatura usando a tecnologia é por meio dos audiolivros, que também contribuem para que alunos com diferentes perfis de aprendizado possam desfrutar igualmente dos livros trabalhados em sala.

6.2. Transforme a leitura em uma experiência multimídia
Um excelente exemplo de como a leitura pode ser interativa e multimídia é a série de webcomics (quadrinhos para a web) Homestuck, publicada no site MS Paint Adventures entre 2009 e abril de 2016.
Composta por uma combinação de texto, imagens estáticas e animadas, jogos em Flash e vídeos que somam mais de 8 mil páginas e 800 mil palavras, a série pode ser “lida” no original, em inglês, ou em português.
Inspirando-se nessa ideia, professores podem também aproveitar a tecnologia para tornar a experiência de leitura ainda mais interessante e enriquecedora ao indicar a filmes, reviews em vídeo, entrevistas com o autor e outros documentos on-line, realizar pesquisas diversas, entre várias outras possibilidades. Basta usar a criatividade!

6.3. Apresente os alunos a boas fontes on-line

A internet, sem sombra de dúvida, contém um número assustador de informações incorretas, textos mal-escritos, reportagens tendenciosas e outras mídias que podem acabar prejudicando os alunos com senso crítico em desenvolvimento.
Entretanto, é inegável que, em meio a tudo isso, há também uma infinidade de fontes interessantíssimas, que podem contribuir para enriquecer as pesquisas dos estudantes e apresentar-lhes pontos de vista únicos e completos.
Antes de condenar as pesquisas on-line, portanto, é muito produtivo que o professor procure conhecer os sites mais confiáveis para repassá-los aos alunos, ajudando-os a reconhecer, sozinhos, os sinais de que um texto é relevante e verídico.
Alguns bons exemplos são:

7. Usando a tecnologia também para a avaliação do aluno
Finalmente, é interessante ficar por dentro das maneiras que a tecnologia pode ser usada para avaliar os estudantes, otimizando o tempo do educador, potencializando o diagnóstico de dificuldades e, consequentemente, melhorando o desempenho e motivação dos alunos.
Mesmo que não substituam por completo outros tipos de avaliação — visto que a variedade nos métodos avaliativos é, aliás, o mais recomendado para cobrir os diferentes perfis de aprendizado —, as provas digitais podem ser corrigidas por computador e ainda fornecem automaticamente dados sobre o desempenho dos estudantes para análise e comparação pelos gestores.
Além de diversificar o tipo de avaliação oferecido pela escola, deixar que os alunos usem a tecnologia para mostrar o que aprenderam enriquece sua experiência e aumenta sua segurança e entusiasmo com os estudos.


Conclusão
Apostar no uso de ferramentas tecnológicas no ensino já é requisito para as escolas que desejam se destacar pela inovação e atualização com as mais modernas tendências pedagógicas.
Ainda assim, para que a tecnologia não se torne um fim em si mesma, é preciso estudar as melhores formas de empregá-la a fim de trazer benefícios para professores e alunos, aumentando a motivação de ambos em sala de aula.
Quer saber mais sobre como as ferramentas digitais podem ser usadas para identificar os pontos fortes e fracos dos alunos?

7 ideias para usar a tecnologia na Educação Infantil

Use a curiosidade, empolgação e abertura dos pequenos para introduzi-los no uso criativo da tecnologia

POR:
Débora Garofalo
Crédito: Getty Images
A utilização de ferramentas digitais na Educação Básica pode começar ainda na Educação Infantil. Mesmo antes de saberem ler e escrever, os pequenos já estão conectados ao mundo digital. No entanto, não incentivar o seu bom uso das escolas é negar sua presença na vida dos pequenos, o que acaba sendo um grande erro.
Orientar os pequenos desde a primeira infância é fundamental para sensibilizar sobre o uso e o papel na Educação, na vida e no coletivo das crianças. Nesta faixa etária, os alunos possuem muitas curiosidades e aceitam com facilidade a realização de atividades propostas diferentes e desafios que ajudam a fomentar a aprendizagem dos pequenos.
A Educação Infantil é um momento mágico na vida das crianças, um momento de experimentar e vivenciar aprendizagem. Neste sentido é fundamental que os professores busquem novos papéis no ambiente escolar, como facilitadores da aprendizagem por meio de novas abordagens pedagógicas e seu uso deve ser intencional e planejado, com foco sempre na melhoria do aprendizado.
São várias as possibilidades de uso da tecnologia na Educação Infantil. A seguir compartilho algumas dicas de como levar o tema para os pequenos:

1) Atividades low tech (baixa tecnologia)

Trazer a cultura maker para essa faixa etária é essencial para despertar vivências. Sempre devemos começar com atividades de baixa tecnologia, como os curtas de animação. É possível fazê-los utilizando massinha e um celular. O roteiro do curta,  cenário e personagens podem ser desenvolvidos coletivamente com os estudantes.

2) Objetos com sucata

Resolver problemas com materiais de sucata entre eles garrafa, palitos, massinhas, papeis coloridos, onde os alunos desenvolvem a autonomia para criar e atuar sobre o desafio e construção de objetos com materiais recicláveis que podem variar de acordo com a proposta, podendo ser produzidos instrumentos musicais, brinquedos e até os primeiros protótipos de robótica.

3) Criação de um blog

Conversar sobre mídias sociais é importante para sensibilizar os alunos sobre os perigos acerca da exposição das redes sociais e seus riscos para publicações, reforçando o uso da internet segura. Entretanto, é possível criar um blog, orientado pelo professor para um projeto da sala, publicando neste blog as pesquisas e descobertas da turma ou mesmo para divulgar o trabalho que estão fazendo.

4) Fotografia

A fotografia é um campo rico a ser trabalhado na Educação Infantil e um propulsor a várias atividades. Entre elas, trabalhar a questão da identidade, histórias em quadrinhos por expressões, montar campanhas com as crianças e explorar a reflexão por trás das imagens – o que contribui para o desenvolvimento crítico e da autonomia dos alunos.

5) Ferramentas digitais

Alguns sites são bem interessantes e ajudam na coordenação motora fina e grossa, além de trabalhar o raciocínio lógico, colaboração e a empatia. Entre eles estão o Educação Infantilum site que oferta uma variada gama de jogos que exploram a coordenação motora, Matemática, alfabeto, formas e cores, entre outros temas. Há também o Q divertido que traz crônicas infantis, folclore, charadas e resgata brincadeiras típicas brasileiras. Além de ser um momento para conversar com as crianças sobre os periféricos do computador (como teclado, mouse, monitor) ou tablets.

6) Leituras online

Uma das vantagens do uso das tecnologias é permitir que os alunos tenham acesso a livros e as histórias, facilitando o acesso à leitura. Uma possibilidade são os gibis da Turma da Mônica. Tenho certeza que a experiência será incrível.

7) Gamificação

Essa é uma forma de transformar a busca de um conhecimento em um jogo. Nele, os alunos devem cumprir etapas para avançar e chegar um objetivo final, tornando o aprendizado um desafio estimulante e sendo desenvolvido pelos alunos.
As ferramentas digitais ajudam a despertar a curiosidade e são um poderoso instrumento para o desenvolvimento da imaginação. As crianças são naturalmente atraídas por histórias, vídeos e jogos. Temos que explorar esse potencial ao nosso planejamento e na Educação. E você, querido professor, quais atividades desenvolvem utilizando as tecnologias nas aulas? Conte aqui nos comentários!
Um abraço,
Débora Garofalo
Professora da rede Municipal de Ensino de São Paulo, formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, colunista de Tecnologia para o site da NOVA ESCOLA, Vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil e Top 10 no Prêmio Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação.

Praticas desenvolvidas com a Informática da Educação     Durante esse período de atividades de nossa disciplina, foi um aprendizad...